Escritório de engenharia, 14 anos
A versão que a equipe usava era a segunda; a assinada era a terceira. Ficou uma só, com data e responsável no rodapé.
O que a empresa passa a ter em pasta — e continua usando depois.
Cada procedimento com versão vigente, data, autor e onde ele está guardado.
O que está no papel ao lado do que acontece, rotina por rotina, com a diferença marcada.
Conferências duplicadas, assinaturas sem leitor e relatórios sem destino, com frequência.
Meia página cada, na linguagem de quem executa, com rodapé de data e responsável.
Quando cada rotina volta à mesa e quem é responsável por convocar a revisão.
A origem de cada desvio encontrado, escrita junto do procedimento que a explica.

Casos curtos de empresas na segunda década, publicados com autorização.
A versão que a equipe usava era a segunda; a assinada era a terceira. Ficou uma só, com data e responsável no rodapé.
A mesma carga era conferida na doca e na portaria por pessoas diferentes. Uma das duas saiu, com o acordo escrito de quem assume.
Uma ficha de seis campos era preenchida havia nove anos e arquivada sem leitura. Sobraram dois campos, que agora alimentam o retorno ao tutor.
O texto descrevia um equipamento trocado em dois mil e dezenove. Foi reescrito com o operador, em meia página.
Abrimos três rotinas junto com a sua equipe e comparamos com o papel. Ao fim da visita você já sabe se vale fazer o ciclo inteiro.