Nortiva
Consultoria de gestão

O que sai por escrito

O que a empresa passa a ter em pasta — e continua usando depois.

O inventário de documentos

Cada procedimento com versão vigente, data, autor e onde ele está guardado.

A comparação das duas colunas

O que está no papel ao lado do que acontece, rotina por rotina, com a diferença marcada.

A lista do que já não serve

Conferências duplicadas, assinaturas sem leitor e relatórios sem destino, com frequência.

Os doze procedimentos revisados

Meia página cada, na linguagem de quem executa, com rodapé de data e responsável.

O calendário de revisões

Quando cada rotina volta à mesa e quem é responsável por convocar a revisão.

O registro dos porquês

A origem de cada desvio encontrado, escrita junto do procedimento que a explica.

Prateleira com pastas de procedimento acumuladas ao longo dos anos
Relatos

O que apareceu quando as pastas foram abertas

Casos curtos de empresas na segunda década, publicados com autorização.

Escritório de engenharia, 14 anos

Três versões do mesmo procedimento

A versão que a equipe usava era a segunda; a assinada era a terceira. Ficou uma só, com data e responsável no rodapé.

Transportadora, 18 anos

Conferência feita duas vezes

A mesma carga era conferida na doca e na portaria por pessoas diferentes. Uma das duas saiu, com o acordo escrito de quem assume.

Clínica veterinária, 12 anos

Formulário que ninguém lia

Uma ficha de seis campos era preenchida havia nove anos e arquivada sem leitura. Sobraram dois campos, que agora alimentam o retorno ao tutor.

Indústria gráfica, 22 anos

Procedimento anterior à máquina atual

O texto descrevia um equipamento trocado em dois mil e dezenove. Foi reescrito com o operador, em meia página.

Uma visita de duas horas mostra o tamanho do assunto

Abrimos três rotinas junto com a sua equipe e comparamos com o papel. Ao fim da visita você já sabe se vale fazer o ciclo inteiro.