Levantamento do que existe
Reunimos todos os procedimentos, instruções e formulários em uso, com data e autor. Sai uma lista única com a versão vigente de cada um e os três casos em que há mais de uma versão circulando.
Somos uma consultoria de gestão. Atendemos empresas com mais de dez anos de operação e prestamos cinco serviços: inventário das rotinas em uso, plano de revisão para o ano, acompanhamento do ciclo de revisões, relatório mensal de gestão e formação de coordenadores. Tudo parte do que a própria casa já escreveu — nunca de um procedimento novo trazido de fora.

Escopo escrito, prazo combinado e um documento ao fim de cada serviço. Contratados juntos, na ordem abaixo, ou um por vez.
Inventário de tudo o que já está escrito — versão vigente, data, autor e duplicidades — e acompanhamento do que a equipe faz de fato. Entrega: a lista do que é hábito, do que é letra morta e do que ninguém sabe mais por que existe.
As rotinas divididas por trimestre, com a ordem de reescrita, o responsável de cada uma, a data e a área que assina. Doze rotinas por ciclo é o ritmo que a casa costuma aguentar.
Reuniões periódicas enquanto o calendário anda, reescrita ao lado de quem executa, leitura em voz alta antes de fechar e ata curta no mesmo dia.
Uma folha por mês com os indicadores que a diretoria acompanha — prazo, retrabalho, pendência por área — e o estado do calendário de revisões, rotina a rotina.
Cinco encontros com quem responde por área: conduzir a revisão de uma rotina, registrar mudança de versão, treinar gente nova pelo procedimento e cobrar a data seguinte.
Não trazemos processo de fora. Abrimos o que a casa já escreveu, comparamos com o que a casa faz e deixamos a diferença visível. A tabela ao lado mostra o que olhamos em cada rotina e o que sai da revisão.
| Nº | O que abrimos | O que a revisão produz |
|---|---|---|
| 01 | O procedimento como está no papel | Localizamos a versão vigente, a data em que foi escrita e quem assinou. Em muitas casas esse é o primeiro trabalho, porque o arquivo tem três versões e ninguém sabe qual vale. |
| 02 | O procedimento como acontece | Acompanhamos a rotina sendo executada, do início ao fim, sem interromper. A diferença entre as duas colunas é o assunto da reunião. |
| 03 | Quem executa, contando por quê | Perguntamos ao operador por que ele faz do jeito que faz. A resposta costuma ser boa e costuma ter surgido de um problema real que o papel nunca registrou. |
| 04 | O que já não serve | Toda casa antiga carrega conferências duplicadas, assinaturas que ninguém lê e relatórios que ninguém abre. Listamos com nome e frequência. |
| 05 | A reescrita em meia página | O procedimento revisado é redigido em meia página, na linguagem de quem executa, com data e responsável no rodapé. |
| 06 | A data da próxima revisão | Cada rotina sai com uma data marcada para ser aberta de novo. Sem essa data, o documento envelhece outra vez e voltamos ao começo. |
O calendário é público dentro da empresa desde o primeiro dia: quem executa sabe quando a rotina dele entra na mesa e pode se preparar.
Reunimos todos os procedimentos, instruções e formulários em uso, com data e autor. Sai uma lista única com a versão vigente de cada um e os três casos em que há mais de uma versão circulando.
A direção escolhe, da lista, as doze que mais afetam o dia. As demais ficam registradas para o ciclo seguinte.
Cada rotina é vista sendo executada, com anotação do que difere do papel.
Oito conversas com quem executa, para entender a origem de cada desvio.
Conferências duplicadas, assinaturas sem leitor e relatórios sem destino, com frequência e tempo gasto.
Os doze procedimentos revisados, redigidos com quem executa e lidos em voz alta antes de fechar.
Data da próxima abertura de cada rotina e responsável por convocá-la.
O primeiro formato serve para a direção ver o tamanho do assunto antes de decidir o resto.
Agendar uma visitaCasos curtos de empresas na segunda década, publicados com autorização.
A versão que a equipe usava era a segunda; a assinada era a terceira. Ficou uma só, com data e responsável no rodapé.
A mesma carga era conferida na doca e na portaria por pessoas diferentes. Uma das duas saiu, com o acordo escrito de quem assume.
Uma ficha de seis campos era preenchida havia nove anos e arquivada sem leitura. Sobraram dois campos, que agora alimentam o retorno ao tutor.
O texto descrevia um equipamento trocado em dois mil e dezenove. Foi reescrito com o operador, em meia página.
Role para o lado: as seis perguntas que mais se repetem.
O risco existe quando se troca tudo de uma vez. Por isso a revisão é feita doze rotinas por ciclo, cada uma reescrita com quem executa e com data de entrada combinada.
Ao contrário: é o material de trabalho. Documento desatualizado mostra onde a prática mudou sem que ninguém registrasse.
A direção escolhe da lista levantada por nós. As demais ficam registradas e entram no ciclo seguinte.
Parte dela, sim, no começo. Costuma passar quando fica claro que a reescrita é feita com ela e que o motivo do jeito atual entra no texto.
Não. Se a casa já segue alguma norma, o texto revisado respeita o formato exigido; se não segue, escrevemos em meia página, na linguagem de quem executa.
Serve, com menos material para levantar. A ordem do trabalho é a mesma para qualquer porte e qualquer tempo de casa.
Abrimos três rotinas junto com a sua equipe e comparamos com o papel. Ao fim da visita você já sabe se vale fazer o ciclo inteiro.
Diga há quanto tempo a empresa existe, quantas pessoas trabalham nela e qual rotina mais incomoda.
Rua Kasel Fortaleza 139
Fortaleza — CE
CEP 60813-815
Segunda a sexta, das 10h30 às 19h30
Sábados, das 9h às 13h30
Domingos e feriados: fechado
CNPJ 71.040.714/0001-71
Estacionamento na via lateral; recepção no térreo.
